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terça-feira, 25 de julho de 2017

NORMAS APA

Citação
O método empregado pelas Normas APA é autor-data, isto é, o sobrenome do autor e o ano de publicação. O texto deve ser documentado citando o autor e a data de publicação dos trabalhos pesquisados e consultados. Todos os autores citados no texto, e apenas eles, devem estar presentes nas referências com as informações completas. Este procedimento é obrigatório.

Referências
A lista de referências completa deve ser apresentada no final do texto e por ordem alfabética pelo sobrenome do primeiro autor.

1 Orientações sobre Citações e Referências
Autores
Um autor O sobrenome do autor deverá ser escrito com a primeira letra em maiúsculo e o restante em minúsculo, independente de estarem fora ou dentro dos parênteses:
No texto (Giddens, 1978). Giddens (1978).
Nas referências Giddens, A. (1978). Novas regras do método sociológico. Rio de Janeiro: Zahar.
Dois autores
Quando um trabalho tem dois autores, citar os sobrenomes seguidos da data de publicação toda vez que a referência ocorrer no texto.
No texto Moody e White (2003). (Moody & White, 2003)
Nas referências Moody, J., & White, D. R. (2003) Structural cohesion and embeddedness: a hierarchical concept of social groups. American Sociological Review, 68(1), 103-127.
Três a cinco autores
Quando um trabalho tem três, quatro ou cinco autores, acrescentar todos os sobrenomes na primeira citação seguida da data de publicação. Nas subseqüentes, incluir apenas o sobrenome do primeiro autor seguido de et al. e
da data de publicação.
No texto 1ª citação
Alves Filho, Cerra, Maia, Sacomano Neto e Bonadio (2004)
(Alves Filho, Cerra, Maia, Sacomano Neto, & Bonadio, 2004)
Citações subseqüentes
Alves Filho et al. (2004) (Alves Filho et al., 2004)
Nas referências Alves Filho, A. G., Cerra, A. L., Maia, J. L., Sacomano Neto, M., & Bonadio, P. V. G. (2004). Pressupostos do gerenciamento da cadeia de suprimentos: evidências de estudos sobre a indústria automobilística. Gestão & Produção, 11(3), 275-288.
Exceção: Se duas referências com o mesmo ano ficarem idênticas quando abreviadas, cite os sobrenomes dos primeiros autores e de tantos autores quanto forem necessários para distinguir as duas referências, seguidos por vírgula e et al.
Exemplo 1ª citação
tanto Bradley, Ramirez e Sôo (1994) quanto Bradley, Sôo, Ramirez e Brown, (1994).
Citações subseqüentes
Bradley, Ramirez e Sôo (1994) e Bradley, Sôo et al. (1994).
Seis ou mais autores
Quando um trabalho tem seis ou mais autores, citar apenas o sobrenome do primeiro autor seguido de et al. e da data de publicação, e nas referências acrescentar todos os autores.
No texto
Alves Filho et al. (2001).
Nas referências
Alves Filho, A. G., Rachid, A., Nogueira, E., Donadone, J. C., Martins, M. F., Truzzi, O. M. S., Bento, P. E. G., Martins, R. A., & Vanalle, R. M. (2001). O consórcio modular e seus impactos na cadeia de suprimentos da fábrica de motores VW-São Carlos (Relatório Final, Projeto Temático, Processo FAPESP
97/13071-9). São Carlos, SP, Universidade Federal de São Carlos.
Exceção: Se duas referências com o mesmo ano ficarem idênticas quando abreviadas, cite os sobrenomes dos primeiros autores e de tantos autores quanto forem necessários para distinguir as duas referências, seguidos por vírgula e et al.
Exemplo 1ª citação
Tanto Kossylyn, Koenig, Barret, Cave, Tang and Gabrieli (1992) quanto Kossylyn, Koenig, Gabrieli, Tang, Marsolek and Daly (1992).
Citações subseqüentes
Kossylyn, Koenig, Barret et al. (1992) e Kossylyn, Koenig, Gabrieli et al. (1992)
Uso do ‘e’ - ‘&’ Q uando os autores estiverem entre parênteses, acrescentar ‘&’ antes do último autor.
No texto
(Moody & White, 2003).
(Charnes, Cooper, & Rodhers, 1978).
Quando os autores estiverem fora dos parênteses, acrescentar antes do último
autor ‘e’, quando o artigo estiver em português e ‘and’ quando o artigo estiver
em inglês.
Moody e White (2003) Charnes, Cooper and Rodhers (1978).
Nas referências
Moody, J., & White, D. R. (2003) Structural cohesion and embeddedness: a hierarchical concept of social groups. American Sociological Review, 68(1), 103-127. Charnes, A., Cooper, W., & Rodhers, E. (1978). Measuring the efficiency of decision marking units. European Journal of Operational Research. 2(6), 429-444.
Autor entidade C orporações, associações, órgão s governamentais, entre outros, deverá ser escrito por extenso na primeira citação e abreviado a partir de então.
No texto
1ª citação
Banco Central do Brasil [BACEN] (2003).
Citações subseqüentes
BACEN (2003). (BACEN, 2003)
Nas referências
Banco Central do Brasil. (2003). Anuário de crédito rural. Recuperado em 10 novembro, 2003, de http://www.bcb.gov.br/htms/CreditoRural/2001/rel53211.pdf
Exceção: Se o nome do autor for curto ou se a abreviatura não for facilmente reconhecida, escreva-o por extenso toda vez que ele aparecer no texto.
Autor editora: Quando o autor também é a Editora, colocar no lugar da editora a palavra ‘Autor’ quando o artigo estiver em português e ‘Author’ quando o artigo estiver em inglês.
No texto
Editora Abril (2002). (Editora Abril, 2002).
Nas referências
Editora Abril (2002). Revista Exame: melhores & maiores. São Paulo, SP: Autor.
Sem autor
Inclusive materiais legais, citar n o texto as primeiras palavras do título, ou o título inteiro se ele for curto, e o ano. Na lista de referências coloque o título na
posição do autor.
No texto
Lei n. 9.984 (2000).
Constituição (1988).
Nas referências
O título passa a ocupar a posição do autor
Lei n. 9.984, de 17 de julho de 2000 (2000). Dispõe sobre a criação da Agência
Nacional de Águas - ANA, entidade federal de implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos e de coordenação do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, e dá outras providências. Brasília. 2000.
Recuperado em 10 abril, 2007, de http://www.planalto.gov.br/ccivil/Leis/L9984.htm.
Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. (1998). Brasília. Recuperado em 10 abril 2007, de
http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/Constituicao/Constitui%C3%A7ao.htm
Autor anônimo
Quando o autor de um trabalho é designado como Anônimo, cita r no texto a
palavra “Anônimo’ para artigo em português e ‘Anonymous’ para artigos em
inglês, seguida de vírgula e ano de publicação.
No texto
 Anônimo (1983). (Anônimo, 1983).
Nas referências
Anônimo (1983). Jovem Guarda. Vigu Especial, 5(56), 4-15.
Fonte secundária
Citação de um trabalho discutid o em fonte secundária, indicar o autor da obra original e o ano (se possível), logo após acrescentar ‘como citado em’ (artigo em português) e ‘as cited in’ (artigo em inglês), o autor, ano e página da obra utilizada para consulta. Na lista de referências indicar apenas os dados da obra secundária (material que foi utilizado como meio de consulta para a citação). No caso de citação direta é obrigatório a indicação da página.
No texto
Den Dulk et al. (1999 como citado em Rego & Souto, 2004, p. 32).
Nas referências
Rego, A., & Souto, S. (2004). Comprometimento organizacional em organizações autentizóticas: um estudo luso-brasileiro. Revista de Administração de Empresas, 44(3), 30-43.
Citações do mesmo autor no mesmo ano
Diversos documentos do mesmo autor, publicados num mesmo ano, devem ser identificados após o ano pelos sufixos a, b e c, sem espacejamento. Na lista de referências são ordenados alfabeticamente pelo título.
No texto
Pettigrew (1992a). Pettigrew (1992b). Pettigrew (1992a, 1992b).
Nas referências
Pettigrew, A. M. (1992a). On studying managerial elites. Strategic Management
Journal, 13(Special Issue), 163-182.
Pettigrew, A. M. (1992b). The character and significance of strategy process
research. Strategic Management Journal, 13(Special Issue), 5-16.
Autor com Jr., Filho, etc. no nome
Não incluir na citação sufixos como Jr., Filho, Neto, II, III etc. Na lista de referências incluí-los após o último nome abreviado. Acrescentar virgula antes do sufixo.
No texto
Manzoni (2002). Manzoni, 2002 (Manzoni, 2002).
Nas referências
Manzoni, R., Jr. (2002). 25 Melhores serviços de internet banking. Revista Business Standard, 13, 12-20.
Sobrenomes com artigos e proposições
Sobrenome de autores que contêm artigos e preposições de, do, dos, von, van, vu, la, etc., caso seja parte do sobrenome (Ex. DeNooy), trate o prefixo como parte do sobrenome e ordene na lista de referências pelo prefixo. Caso contrário (Exs. de Meyer, von Winterfeldt), desconsidere o prefixo e trate-o como parte do nome do meio.
No texto
DeNooy, 2003 Meyer (1993) Winterfeldt e Edwards (1986).
Nas referências
DeNooy, W. (2003). Fields and networks: correspondence analysis and social
network analysis in the framework of field theory. Poetics, 31(5-6), 305-327.
Meyer, A. de (1993). Management of an international network of industrial R&D
laboratories. R&D Managemen,t 23(2), 109-127.
Winterfeldt, D. von, & Edwards, W. (1986). Decision analysis and behavioral
research. Cambridge: Cambridge University Press.
Data de Publicação
Livros: Colocar o ano de publicação
No texto: Pozo (1999). (Pozo, 1999).
Nas referências: Pozo, J. (1999). Aprendizes e mestres: a nova cultura de da aprendizagem. Porto Alegre: Artmed.
Pôsteres, revistas mensais e boletins
Pôsteres apresentados em congressos, revistas mensais e boletins informativos, acrescentar o mês de publicação após o ano. Exemplo: (2007, janeiro) (2007, January)
Publicações semanais e diárias: Acrescentar o ano, mês e dia. Exemplo: (2006, março 25). (2006, March 25).
Aguardando publicação
Trabalhos aceitos para publicação, mas ainda não publicado, colocar no local da data a expressão no prelo para artigos em português e in press para artigos em inglês. Não indicar a data até que o trabalho tenha realmente sido publicado. Exemplo: (no prelo). (in press).
Não publicado
Deve ser utilizado o ano do copyright, este é o ano de produção do trabalho.
2 Casos Específicos de Citações e Referências
Citações
Páginas
No caso de citação direta usar “pp.” se a fonte é mais de uma página OU “p.” se a fonte é uma página. Exemplo: Giddens, 1989, p. 270 Giddens, 1989, pp. 270-271
Trabalho dentro do parênteses
Citação de dois ou mais trabalhos dentro dos mesmos parênteses, devem ser apresentados na mesma ordem que aparecem na lista de referências: Organizar dois ou mais trabalhos do(s) mesmos autor(es) na ordem (crescente) por ano de publicação. Exemplo: (Edeline & Weinberger, 1991, 1993)
Organizar dois ou mais trabalhos do(s) mesmos autor(es) na ordem (crescente) por ano de publicação. As citações em produção (in press) devem ser colocadas por último. Exemplo: (Edeline & Weinberger, 1991, 1993, in press);
Citações de diversos autores no mesmo parênteses devem ser organizados em ordem alfabética pelo sobrenome do primeiro autor.
Separar as citações por ponto e vírgula. Exemplo: (Balda, 1980; Kamil, 1988; Pepperberg & Funk, 1990).
Comunicações pessoais
Citação de comunicações pessoais (cartas, memorandos, comunicações eletrônicas [correio eletrônico, grupos de discusão, mensagens de quadros de
avisos eletrônicos], conversas telefônicas e assemelhados). Como elas não fornecem dados recuperáveis, não são incluídas na lista de referências. Citar as comunicações pessoais apenas no texto. Forneça as iniciais, o sobrenome do comunicador e uma data o mais exata possível. Exemplo: J. I. P. Costa (2005).
Citações em notas
Quando o autor não foi em momento algum citado no corpo do texto, e estiver
presente nas notas, acrescentar todas as informações da referência apenas no
corpo da nota.
Autores com o mesmo sobrenome
Citação de diversos autores com o mesmo sobrenome, deve ser incluída as iniciais do primeiro autor em todas as citações do texto, mesmo que o ano de publicação seja diferente. Exemplo: R. O. Luce (1959) e P. A. Luce (1986) também colocam que ... J. M. Goldberg e Neff (1961) e M. R. Goldberg e Wurtz (1972) estudaram ...
Referências
Autores
Na lista de referência todos os autores devem ser incluídos, independente de
seu número.
Uso da vírgula para separar os sobrenomes dos autores, utiliza-se vírgula.
Apresentação do ano
O ano apresenta-se entre parênteses logo após o(s) autor(es) seguido de ponto final. Ex. Oliveira, M. (2007).
Títulos de livros, artigos e trabalhos acadêmicos
Utilizar a inicial maiúscula apenas na primeira palavra, com exceção de nomes
próprios, nomes comerciais e universitários.
Recurso tipográfico
O recurso tipográfico utilizado para destacar o título da publicação deverá ser
em itálico.
Páginas
 As páginas na lista de referências devem ser apresentadas das seguintes formas: ‘p.’ para a indicação de uma página e ‘pp.’ para indicação acima de duas páginas.
Informações adicionais
Indicar logo após o título e entre parênteses, informações adicionais fornecidas
na publicação para a identificação e acesso (edição, número de relatório, número de volume, número de Work Paper etc.). Não use ponto entre o título e o parênteses.
Caso a publicação possua uma descrição que seja de suma importância na identificação e acesso além das apresentadas entre parênteses, inclua-a entre
colchetes. Exemplo: [tradução inglesa] [folheto] [filme]
Edições
 A primeira edição não precisa ser mencionada, apenas se faz necessário a partir da segunda. As edições devem ser apresentadas entre parênteses com sua simbologia colocada ao lado do nº. e não sobrescrito. Artigos em português (2ª ed.), e artigos em inglês (2nd ed.).
Período de publicação
Os meses devem ser indicados de forma extensa, no idioma original da publicação. A escrita dos meses e ou estações do ano, em português deverá ser por extenso em minúsculo (janeiro), e em inglês deverá ser por extenso em
maiúsculo (January).
Números
Número em algarismo romano que não pertençam a títulos deverão ser substituídos por números ordinais.
Abreviaturas referenciais
Uso de pontos em abreviaturas referenciais (Vol. 1, 2nd ed., p. 6).
Organização da lista de referências
Trabalhos do mesmo autor por ano de publicação, o mais antigo primeiro.
Exemplo: Porter, M. (1986) Porter, M. (1989)
Trabalhos de um autor precedem trabalhos de autores múltiplos que iniciam pelo mesmo sobrenome. Exemplo: Jensen, M. C. (1986). Jensen, M. C., & Meckling, W. (1976).
Trabalhos do mesmo primeiro autor com diferentes segundo e terceiros autores, devem ser colocados por ordem alfabética pelo sobrenome do segundo autor. Exemplo: Lambert, D. M. (1992).
Lambert, D. M., & Harrington, T. C. (1989).
Lambert, D. M., Stock, J. R., & Ellram, L. M. (1998).
Trabalhos de diversos autores com o mesmo sobrenome devem ser ordenados alfabeticamente pela primeira inicial. Exemplo: Thursby, J. G., & Thursby, M. C. (2000).
Thursby, M., Jensen, R., & Thursby, J. (1991).
3 Modelos de Referências
Livros
Obra completa
Caso a cidade onde se localiza a Editora não seja uma cidade conhecida, acrescente o Estado ou País (usar abreviaturas para o Estado). Coloque dois pontos após a localização. Se duas ou mais localidades de publicação são apresentadas, indicar a localidade primeiramente listada no livro ou, caso especificado, a localização da matriz da editora.
Sobrenome, Nome abreviado. (ano de publicação). Título: subtítulo. Local de Publicação: Editora. Exemplo Toffler, A. (1994). O choque do futuro (5a ed.). Rio de Janeiro: Record.
Obras com informações adicionais
Informações adicionais importantes fornecidas na publicação para a identificação e acesso da obra (edição, número de relatório, volume, etc.), devem ser indicada entre parênteses logo após o título, e anteceder os números de páginas (Vol. 1, 2nd ed., p. 6). Não usar ponto entre o título e os parênteses. Sobrenome, Nome abreviado. (ano de publicação). Título: subtítulo (Vol., ed., pp.). Local de Publicação: Editora. Exemplo: Castells, M. (2002). O poder da identidade. A era da informação: economia, sociedade e cultura (Vol. 2, 3a ed.). São Paulo: Paz e Terra.
Obras com editores
Sobrenome, Nome abreviado. (Ed. OU Coord. OU Org.). (ano de publicação).
Título: subtítulo (Vol., ed., pp.). Local de Publicação: Editora. Exemplo: Ackroyd, S., & Fleetwood, S. (Eds.). (2000). Realist perspectives on management and organizations. London: Routledge.
Coleção
Sobrenome, Nome abreviado. (ano de publicação). Título: subtítulo (Vol., ed., pp.). (Coleção tal). Local de Publicação: Editora. Exemplo: ECR Brasil (1998). ECR Brasil visão geral: potencial de redução de custos e otimização de processos. (Coleção ECR Brasil). SãoPaulo: Associação ECR Brasil.
Capítulo ou artigo
Sobrenome, Nome abreviado. (ano de publicação). Título do capítulo. In Nome
abreviado. Sobrenome (Ed. OU Coord. OU Org.). Título: subtítulo (Vol., ed., pp.). Local de Publicação: Editora.
Watson, M. W. (1994). Vector autoregressions and cointegration. In R. F. Engle, & D. L. McFadden (Ed.). Handbook of Econometrics (Vol. 4, Chap. 47, pp. 2843-2915). Amsterdam: Elsevier.
Capítulo (livro editado)
Indicar as iniciais e o sobrenome de todos os editores precedido de In. No caso
de existir dois autores, coloque o ‘&’ entre os autores sem a vírgula. (para obras de referências volumosas com amplo conselho editorial, a identificação do editor chefe seguida de et al. é suficiente).
Sobrenome, Nome abreviado. (ano de publicação). Título do capítulo. In Nome
abreviado.
Sobrenome (Ed. OU Coord. OU Org.). Título: subtítulo. Local de Publicação: Editora. Exemplo: Tanguy, L. (1997). Competências e integração social na empresa. In F. Ropé & L. Tanguy (Orgs.). Saberes e competências: o uso de tais noções na escola e na empresa. Campinas, SP: Papirus.
Obra traduzida
Na lista de referências indicar entre parênteses, após o título, o nome do(s) tradutor(es), (usar Trad. para artigos em português e Trans. para artigos em inglês) seguida de local de publicação, editora e entre parênteses e o ano de publicação da obra original.
Sobrenome, Nome abreviado. (ano de publicação). Título: subtítulo (Nome abreviado. Sobrenome, Trad.). Local de Publicação: Editora. (Obra original publicada em ano de publicação). Exemplo: Bardin, L. (1979). Análise de conteúdo (L. A. Reto & A. Pinheiro, Trad.). São Paulo: Edições 70, Livraria Martins Fontes (Obra original publicada em 1977).
Sobrenome, Nome abreviado. (ano de publicação). Título: subtítulo (Vol., ed.,pp.). (Nome abreviado. Sobrenome, Trad.). Local de Publicação: Editora. (Obra original publicada em ano de publicação).
Exemplo Yin, R. K. (2001). Estudo de caso: planejamento e métodos (2a ed.). (D. Grassi, Trad.). Porto Alegre: Bookman. (Obra original publicada em 1984).
Edição revisada
Acrescentar entre parênteses logo após o Título (Ed. rev.), artigos em português e (Rev. ed.), para artigos em inglês. Exemplo: Bryson, J. (1995). Strategic planning for public and non-profit organization (Rev. Ed.). San Francisco: Jossey-Bass Publishers.
Periódicos
Periódicos científicos, revistas e boletins
Indicar o número do volume (em itálico) e número da edição (quando houver)
para periódicos científicos, revistas e boletins informativos.
Sobrenome, Nome abreviado. (ano de publicação). Título do artigo. Nome do
Periódico, volume(número), páginas. Exemplo: Peci, A. (2007). Reforma regulatória brasileira dos anos 90 à luz do modelo de Kleber Nascimento. Revista de Administração Contemporânea, 11(1), 11-30.
Suplemento de periódico
Indicar entre parênteses após o número do volume, que é um suplemento, e se
houver número do suplemento, colocá-lo também dentro do parênteses.
Sobrenome, Nome abreviado. (ano de publicação). Título do artigo. Nome do
Periódico, volume(supl.nº), páginas. Exemplo: Easton, P. D. (1998). Discussion of revalued financial, tangible, and intangible assets: association with share prices and non market-based value estimates. Journal of Accounting Research, 36(suppl.), 235-247.
Periódicos com editores
Sobrenome, Nome abreviado. (ano de publicação, mês de publicação). Título do artigo. In Nome abreviado, Sobrenome (Ed.). Nome do Periódico, (Dados complementares: volume, número, páginas). Editora. Exemplo: Reis, E. (2000, August). Análise de clusters e as aplicações às ciências empresariais: uma visão crítica da teoria dos grupos estratégicos In E. Reis & M. A. M. Ferreira (Eds.). Temas em Métodos Quantitativos (Vol.1, pp. 205–238). Edições Silabo.
Periódico eletrônico
Sobrenome, Nome abreviado. (ano de publicação). Título do artigo. Nome do
Periódico, volume(número), páginas. Recuperado em dia mês, ano, de endereço eletrônico completo. Exemplos: Santos, C. P. dos, & Fernandes, D. H. von der (2007). A recuperação de serviços e seu efeito na confiança e lealdade do cliente. RAC-Eletrônica, 1(3), 35-51. Recuperado em 5 dezembro, 2007, de http://anpad.org.br/periodicos/content/frame_base.php?revista=3
Porter, M. (1981). The contributions of industrial organization to strategic
management. The Academy of Management Review, 6(4), 609-620. Retrieved
November 12, 2002, from http://www.jstor.org/journals/aom.html
Versão eletrônica de periódico impresso
Sobrenome, Nome abreviado. (ano de publicação). Título do artigo [Versão eletrônica], Nome do Periódico, volume(número), páginas. Exemplos:  Rodrigues, A. L., & Malo, M. C. (2007). Estruturas de governança e empreendedorismo coletivo: o caso dos doutores da alegria [Versão eletrônica],
Revista de Administração Contemporânea, 10(3), 29-50.
Vandenbos, G. Knapp, S., & Doe, J. (2001). Role of reference elements in the
selection of resources by psychology undergrsduates [Eletronic version], Journal of Bibliographic Research, 5, 117-123.
Artigo de revista
Indicar a data apresentada na publicação – ano e mês para publicações mensais ou ano, mês e dia para publicações semanais e/ou diárias, acrescentar o volume o número, se houver, e páginas (número de páginas [p. ou pp.]).
Sobrenome, Nome abreviado. (ano de publicação, mês dia). Título do artigo. Nome da Revista Periódico, volume(número), páginas. Exemplo: Schwartz, J. (1993, September 30). Obesity affects economic, social status. The Washington Post, pp A1, A4.
Outros Casos de Referências Anais /proceedings
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Tese e dissertação
Sobrenome, Nome abreviado. (ano de publicação). Título do Trabalho. Tipo do
documento, Instituição, cidade, estado, país.
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Torres, C. V. (1999). Leadership style norms among americans and brazilians:
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Nogueira, E. E. S. (2000). Identidade organizacional – um estudo de caso do sistema aduaneiro brasileiro. Dissertação de mestrado, Universidade Federal do Paraná, Curitiba, PR, Brasil.
Manual, mimeo, folheto
Lohmöller, J. B. (1984). LVPLS program manual: latent variables path analysis with Partial Least Squares estimation [Manual]. Köln: Zentralarchiv für Empirische Sozialforschung, Universitst zu Köln.
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Lima, E. C. P. (1997). Privatização e desempenho econômico: teoria e evidência empírica (Texto para discussão, Nº 532). Brasília, DF: IPEA.
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Gonzalez, R. S. (2001). Balanço social – um disclosure necessário [Apostila do
Seminário Mercado de Capitais e Balanço Social]. São Paulo: ABAMEC.
Working Paper Bebchuk, L. (1999). A rent-protection theory of corporate ownership and control [Working Paper Nº 7203]. National Bureau of Economic Research, Cambridge, MA.
Relatórios técnicos e de pesquisa
Caso a organização responsável tenha atribuído um número ao relatório, indicálo entre parênteses após o título. Acrescente a cidade e estado de publicação, o nome exato do departamento, repartição agência ou instituto específico que publicou ou produziu o relatório. Exemplo: Marques, E. V. (2003). Uma análise das novas formas de participação dos bancos no ambiente de negócios na era digital (Relatório de Pesquisa/2003), São Paulo, SP, Centro de Excelência Bancária, Escola de Administração de Empresas, Fundação Getúlio Vargas.
Documentos eletrônicos
Documentos eletrônicos devem indicar o ano de publicação ou, caso a fonte seja atualizada regularmente, a data de atualização mais recente. Indicar após o titulo, informações suficientes para a localização do material. Usar os termos
‘recuperado’ e ‘de’ para a língua portuguesa e ‘Retrieved’ e ‘from’ para a língua
estrangeira. O endereço eletrônico deve ser completo, permitindo o acesso imediato ao documento.
Sobrenome, Nome abreviado. (ano de publicação). Título: subtítulo. Cidade, outros dados. Recuperado em dia mês, ano, de http://www.endereço eletrônico
completo. Exemplo: Gambetta, D. (2000). Can we trust trust? In D. Gambetta (Ed.). Trust: making and breaking cooperative relations (Chap. 13, pp. 213-237). Oxford: Department of Sociology, University of Oxford. Retrieved May 01, 2003, from http://www.sociology.ox.ac.uk/papers/gambetta213-237.pdf. Exemplo: Famá, R., & Melher, S. (1999). Estrutura de capital na América Latina: existiria uma correlação com o lucro das empresas? Recuperado em 15 abril, 2004, de http://www.fia.com.br/labfin/ pesquisa/artigos/arquivos/1.pdf
Site inteiro
Citação de Web site inteiro deve ser apresentada no texto com o endereço do
sitio completo, e não precisa estar na lista de referências.
No texto:
Exemplo: A Figura 1 mostra uma parte do portão global do sistema da Unicef - Fundo das Nações Unidas para a Infância (http://www.unicef.com) que apresenta as entradas para as páginas de cada país, .......
Leis/Constituição
Lei n. 9.984, de 17 de julho de 2000 (2000). Dispõe sobre a criação da Agência
Nacional de Águas - ANA, entidade federal de implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos e de coordenação do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, e dá outras providências. Brasília, DF. Recuperado em 10 abril, 2007, de http://www.planalto.gov.br/ccivil/Leis/L9984.htm
Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. (1998). Brasília. Recuperado em 10 abril 2007, de http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/Constituicao/Constitui%C3%A7ao.htm
Dados ou Base de dados eletrônica
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O voto no período da monarquia

Importante observar que a opção monárquica não dever ser percebida como uma mera opção conservadora, visava-se, dentre outros fatores, a não fragmentação do território, a manutenção da ordem, o rápido reconhecimento internacional. A forma republicana, naquela ocasião, era percebida como extrema esquerda, pelo Concerto das Nações que recomendavam a cena internacional (Inglaterra, Rússia, Áustria, Prússia e França). Outro aspecto a observar é que a monarquia brasileira era constitucional e alicerçava-se na divisão de poderes.
Outro aspecto a observar é que mesmo nos EUA, em que a experiência democrática estava mais avançada, nem todos podiam votar e ainda existia a escravidão.
Segundo Ana Rosa Cloclet "O Patriarca da Independência era contrário aos regimes democráticos, que via como revolucionários. Para ele, a Monarquia Constitucional era a única forma de governo capaz de barrar os extremos da anarquia e do despotismo. Por isso, ele combateu todos os projetos políticos alternativos , entre eles a ideia de uma convocação de uma Assembléia Legislativa no Brasil, defendida pelo grupo de Joaquim Gonçalves Ledo. Esse embate, na avaliação da professora, cristalizou um outro mito: a oposição Monarquia e República, associados respectivamente, a José Bonifácio e Ledo. Na verdade, o que alimentou tal rivalidade foi o conflito ideológico entre um projeto nacional com base numa representação popular, e o projeto andradino, fundado na legitimidade dinástica e consagrador da soberania do Rei e da Nação."Fonte: Revista Nossa História, ano I, no.11, setem. de 2004

Importante observar que a Constituição do Império foi mais inclusiva do que a primeira Constituição republicana. Segundo José Murilo "a Constituição regulou os direitos políticos, definiu os direitos de quem podia votar e ser votado. Para os padrões da época a legislação brasileira era muito liberal. Podiam votar todos os homens ou mais que tivessem 25 ou mais que tivessem renda mínima de 100 mil-réis. Todos os cidadãos qualificados eram obrigados a votar. As mulheres não votavam, e os escravos, naturalmente, não eram considerados cidadãos. Os libertos podiam votar na eleição primária. A limitação de idade comportava exceções. O limite caía no caso de chefe de famílias, de oficiais militares, bacharéis, clérigos, empregados públicos, em geral de todos que tivessem independência econômica. A limitação de renda era de pouca importância. A maioria da população trabalhadora ganhava mais de 100 mil-réis por ano." (Cidadania no Brasil: o longo caminho. Rio de Janeiro : Civilização Brasileira, 2010. p. 30)

quarta-feira, 19 de julho de 2017


História do Brasil Colonial


Grandes Navegações:
Descobrimento, achamento, encontro, invasão, contato?
A palavra descobrimento carrega o sentimento de superioridade dos europeus.
Antes do tratado de Tordesilhas, os mapas eram guardados nos mosteiros. A mesma época os chineses tinham mapas detalhados do mundo
A curiosidade pelo desconhecido e a possibilidade de alcançar riquezas no mundo perdido fez o sentimento de medo de atravessar um oceano tenebroso se superar.
O sec. XIV foi marcado por uma diminuição do comércio explicada pela diminuição demográfica causada pela Peste Negra e por falta de alimentos. A solução encontrada foi a criação de novas rotas marítimas e terrestres que interligassem a Asia e o norte da Africa à Europa Ocidental.
O Sentido da Colonização
1937 – Roberto Simonsen – modelo explicativo para economia colonial brasileira
Ciclos econômicos:
-Pau Brasil – mão de obra indígena;
-Açucareira – mão de obra escrava;
-Mineração – mão de obra escrava;

Caio Prado Junior – Livro Formação do Brasil Contemporâneo – O sentido da colonização: compreensão do cenário político, econômico e social.
A colônia orbitava em torno da metrópole. A metrópole decidia o que seria produzido, quando e para quem vendido.  A colônia servia apenas para dar dinheiro à metrópole. O Brasil foi concebido para ser colônia de exploração.

A economia colonial não deixava espaço para inserção de homens livres. Os pobres era grande camada da sociedade.

Administração Colonial
1534 – Capitanias hereditárias
1548 – criação do Governo Geral para dar suporte as Capitanias: defesa contra ataques; fortificação; armamento; punição aos índios; defesa interna; função fiscalizadora e tributária
Missão missionária – Jesuítas









União Ibérica e as Invasões Holandesas 1580 – 1640

Sec. XVI – sucessão ao trono português, após D. Sebastião desaparecer em uma batalha. (Sebastianismo – crença da ressurreição. O Tio Avô D. Henrique assume mas, morre 2 anos depois. O candidato mais próximo é D. Felipe II da Espanha, porém D. Antônio é proclamado rei e D. Felipe não aceita. Envia tropas e pede apoio ao clero e a nobreza e em 1581 é proclamado  rei de Portugal. De 1581 a 1640 Portugal tem o mesmo rei que a Espanha o que ficou conhecido como União Ibérica. Com a união, Portugal herda inimigos espanhóis e sofre consequências na colônia (Brasil) com a invasão holandesa em Pernambuco (1635/ 1644) Mauricio de Nassau.
Em 1640, com auxilio da Inglaterra a nobreza Portuguesa consegue se separar de Portugal e negociam a saída dos holandeses em 1654.

A Economia Colonial

O Brasil era dependente de Portugal pelo Pacto Colonial. As riquezas (pau-brasil, ouro, etc..) pertenciam a metrópole, mas havia excedente que fugia ao controle de Portugal.
A colônia fornecia produto primário por valores baixos e consumia manufaturados de custo elevado.  Classes:
Elite :  senhores de engenho;
Classe média: militares, comerciantes, funcionários Públicos
Operários: escravos
O Pau Brasil, foi a primeira atividade econômica, Em 1530 já era escasso a extração em algumas regiões.
Produção açucareira iniciou-se em Pernambuco, em 1542 – entre os Sec. XVI e XVII, o Brasil era o maior produtor de açúcar. A organização dos engenhos era sustentada pelo trabalho escravo = monocultura
A atividade pecuária começa a desenvolver-se dentro dos engenhos de açúcar (algodão, tabaco, mandioca, rapadura e aguardente). Um decreto proibiu as atividades pecuaristas por destruir parte da produção açucareira. Essa atividade direcionou-se para o interior, possibilitando o crescimento do território.
Na primeira metade do sec. XVIII, o ciclo do açúcar entrou em decorrência (era Tb produzido nas Antilhas
Inicia-se um novo ciclo econômico, a exploração de ouro e diamantes.










Economia Mineradora

A partir da 2ª metade do sec. XVIII, a mineração passou a fazer diferença no cenário econômico (MG, Goiás e Mato grosso)
Contexto Europeu:
Portugal enfrentava dificuldades econômicas e financeiras
Tratado de Methuem – 1703 (Panos e vinhos)

A quinta parte do ouro extraído pertencia  a coroa portuguesa. Para cada capitania onde fosse encontrado ouro era criado uma Intendência de Minas para fiscalizar.
Finta – Tx anual que fixava o quinto.
Extração amífera – através da lavra  (empresas com grandes ferramentas) e da faiscação  (extração de pequeno porte por homens livres)

Mudanças no cenário da economia mineradora:
- tráfico interno de escravos  dinamizado
- distância entre as regiões diminuíram
- criação de pequenas cidades nas Minas Gerais
-aumento da população
- mudança do eixo econômico do norte para o centro sul
- mudança da capital Salvador para o RJ em 1793


O Cotidiano das Vilas Coloniais

Principalmente nas regiões sul e sudeste. 1º vila foi S. Vicente (Martin Afonso de Souza)
A igreja detinha o monopólio ideológico e religioso. Presente do nascimento à morte. Os desviantes da conduta moral  eram hereges.
As mulheres da vila
Indígena, brancas e africanas – casar e procriar
O conflito entre jesuítas missionários contrários à escravidão dos indígenas, acabou por  expulsar os jesuítas.













O Governo de Pombal
Influenciado pelo Iluminismo -  mov. Intelectual surgido na França, em reação ao absolutismo, comercial e da igreja. Utilizava a razão para alcançar a liberdade, autonomia e emancipação. Valorização das ciências para explicar o funcionamento do universo e da vida – Enciclopedia para divulgar o conhecimento.
No Brasil influenciou  a revolta da Inconfidência mineira e a conjuração baiana.
Marques de Pombal (27 anos) no cargo – modernizou a administração, ampliou os lucros da administração colonial, protegeu grandes empresários,  criou Cias de monopólio do comércio; combateu nobres, clero e revoltas. Instalou a Real Fazenda para centralizar cobrança de impostos. Após o terremoto de 1775 em Portugal. Pombal reconstruiu a cidade. Acusado de autoritarismo não se manteve no cargo após a morte de D. José.

Ações de Pombal no Brasil:
Criação de aulas régias (ciências humanas); criação das cias do grão Pará e Maranhão (cacau, cravo, canela e algodão); 1759 extinção das capitanias hereditárias; transferência da capital de Salvador par ao Rio (1763); abolição da escravidão indígena, fortalecimento das defesas militares no sul , expulsão dos jesuítas e cobrança anual de 1500 kg de ouro.
1690 – criação das casas de fundição
1750 – Finta – cota de 100 arrobas
1759 – expulsão dos jesuítas
1765 – derrama – pagamento  com bens pessoais – origem da Inconfidência mineira

Rebeliões Coloniais

- Guerra dos Emboabas 1707 a 1709 – pelo direito de exploração das recém-descobertas jazidas de ouro na região das minas gerais.

Insatisfações com a metrópole por dar  a uma pequena elite grandes faixas de terra e cargos burocráticos nas mãos dos portugueses. A partir do sec. XVII eclodem uma série de revoltas.
Revoltas nativistas -  colonos x portugueses
Revoltas separatistas –  exigiam separação do Brasil de Portugal

Revolta de Beckman  - 1645 – Maranhão (índios protegidos dos jesuítas)
Guerra dos Emboabas – 1707 – MG
Guerra dos Mascates – 1710– Pernambuco (elevação de Recife à Vila) não pagaria impostos à Olinda
Guerra de Vila Rica- 1720 – MG – cobrança de impostos
Inconfidencia  Mineira – 1789 –MG - separatistas
Conjuração Baiana – 1789 –BA – separatistas (crise de abastecimento, alta dos preços, melhoria das condições de vida)
Exceção: Insurreição Pernambucana, 1645 -  colonos x Holandeses
O nordeste foi palco de diversos conflitos, pois ali se instalou a economia plantation (açucareira)

Emancipação do Brasil – Vinda da família Real

Portugal não respeita o Bloqueio continental decretado pela Inglaterra de Napoleão. E em 1807 as tropas de Napoleão avançam a fronteira de Portugal. Assim,  D.João transfere a corte para a colônia mais rica (Brasil). Devido às condições marítimas o navio real ancora primeiro em Salvador.
Na Bahia, D.João decretou a abertura dos portos às Nações amigas em 28 de janeiro de 1808, beneficiou a exportação de açúcar e algodão. A principal beneficiada foi a Inglaterra.
O Tratado de comércio e navegação Tb beneficiou a Inglaterra. Pois os produtos ingleses eram taxados em 15%, os portugueses em 16% e os outros pasíses em 24%. Isso porque Portugal precisava  recuperar seus território e suas colônias que eram protegidos por esquadrias britânicas.
A Chegada da Corte ao RJ, primeiro no Paço Imperial depois no Palácio de S.Cristovão.
A vinda da família Real trouxe ganho cultural: biblioteca, teatro, academia literária, jardim botânico.
1816- Missão artística francesa; Banco do Brasil, Casa da Moeda e melhorias urbanas

Política externa – mostrou-se agressiva – 1809 – ocupou a Guiana Francesa e 1815 o Uruguai

Em 1815 -  com a retirada das tropas de Napoleão. Portugal exige a volta do Rei, que então declara Brasil como Reino unido à Portugal – O Brasil seria uma extensão do território Portugues.
1817 – Revolução Pernambucana – divulgação das ideias liberais iluministas;
(presença maciça de portugueses na administração e criação de novos impostos).
Passo definitivo para a independência foi o dia do Fico – 09 de jan. de 1822 – contrariando as ordens de Portugal de não voltar.

A Corte pressiona e em 07 de setembro de 1822 é proclamada a Independência.

FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS

A sociologia estuda os fatos sociais, ações sociais, classes sociais, relações sociais, de trabalho, econômicas, instituições religiosas e movimentos sociais.
O estudo socioantropológico compreende os acontecimentos e planejamento de ações.
Não existe sociedade sem indivíduos e só nos tornarmos humanos por meio da socialização. O indivíduo ajuda a transformar a sociedade.
O homem é dependente da sociedade
Ciências Naturais -  composição e forma do corpo
Ciências humanas e sociais -  reflexões, interpretações, analise parcial e subjetiva
Cada cultura constrói seu significado social. Os fatos sociais não podem ser reproduzidos em condições controladas. Os fatos sociais são complexos e de percepções variadas.
Ao enfrentar fenômenos sociais, somos levados a enfrentar nossa posição, valores e visão de mundo.
A análise antropológica constitui-se nos usos e abusos dos conceitos de cultura e suas implicações na vida social.
Alteridade é o resultado do processo de diferenciação entre “eu” interior e o outro. É o encontro com o estranho, com o diferente. A antropologia busca essa compreensão.
Etnocentrismo-  ser o modelo correto. Todo o diferente é hostil. Ver o mundo através de sua cultura.
A ciência política é o estudo da política – sistema de organização e dos processos de governo ou qualquer sistema que tente assegurar segurança, justiça e direitos civis.
Com a derrota do feudalismo, surge o iluminismo movimento intelectual que tenta entender  a sociedade e seus fenômenos: sociais, políticos e econômicos.
Ideia de Estado como contrato social = manter a ordem social
Nesta reflexão destacam-se:  Thomas Hobbs (Leviatã), John Lucke(tratado s/o governo), Montesquieu (O espírito das leis), Jean Jacques Rousseau(O contrato social)
Base do Contrato Social = Constituição
Forma de dominação  - segundo Weber, a dominação é a probabilidade de mando e de legitimidade. A crença é a condição para  a relação de quem manda e quem obedece se realize. O Poder é sempre provável , pois depende do outro para ser exercido:
Dominação racional legal: exercida dentro de regras e leis seguida por todos os privilégios
Dominação tradicional: repousa nas crenças, nas tradições. Contratação por vínculo pessoal. Tarefas s/ definição. Privilégios e deveres de acordo c/ governante.
Patriarcalismo – regra de sucessão, tradição e respeito
Patrimonialismo – exercida pelos mais velhos
Paternalismo – Pai – laços de fidelidade
Dominação carismática – líder reconhecido por seus seguidores

Relação Estado sociedade segundo Marx:
O Estado é a forma na qual os indivíduos de uma classe dominante fazem valer seus interesses.
Segundo Marx, o aparelho jurídico do Estado tem como objetivo:
1)      Organizar e justificar a dominação da burguesia s/ o proletariado
2)      Favorecer o negócio das classes dominantes. O estado não representa a sociedade e sim a burguesia.


A formação do pensamento sociológico e antropológico deu-se a partir da segunda metade do século XIX em decorrência de uma série de  transformações econômicas sociais e políticas:
- Iluminismo (preparou o surgimento das ciências sociais no sec. XIX;
-Revolução Industrial; (proporcionada  pelo desenvolvimento Cientifico)
-Revolução francesa

Cientificismo e darwismo social – pensamento: o conhecimento humano caminhava para o controle da natureza.
Darwismo utilizado para justificar a dominação europeia – neocolonialismo
Teoria: A evolução está em transformação continua das espécies e seres vivos, a fim de selecionar o mais apto e determinar os membros da espécie com mais chance de sobrevivência. Os organismos tendem  a se adaptar cada vez melhor ao ambiente, criando formas mais complexas de existência. Desenvolve-se os mais fortes e sobrevivem os mais aptos. Justifica-se os bem sucedidos e divide-se  as classes superior e inferior

O liberalismo adotou o principio de que todos competem igualmente, quem não alcança o sucesso é preguiçoso – uma tese que interessava a manutenção da classe burguesa.

Darwismo social no Brasil – branqueamento da raça (incentivo aos trabalhadores europeus)

Primeira escola antropológica – evolucionistas sociais – povos primitivos – pesquisa de gabinete (analise das viagens dos colonizadores), métodos comparativos com base na sociedade europeia – classificando outros povos como incivilizados (etnocêntrico)
Positivismo – diretriz  filosófica criada por August Conte : Lei dos três estados
Desenvolvimento; classificação; hierarquização das ciências.  A ordem é necessária ao progresso e a reforma da sociedade com mudanças intelectuais, morais e políticas. Defendia a sociocracia, dirigida por cientista para  conformidade e progresso.
O positivismo definiu o propósito da filosofia: traço marcante : excessiva valorização das ciências e dos métodos científicos; otimismo em relação ao desenvolvimento e progresso da humanidade
Teoria do desenvolvimento Intelectual – TMP
Teológico – (explicado pela imaginação)
Metafisico – explicado através das abstrações filosóficas (existência)
Positivo – através das leis cientificas, através de experimentação e lógica

Para reformar a sociedade, ele propôs:
1.       Reconhecer os princípios reguladores do mundo físico e social
2.       Determinar as estruturas e processos de modificação da sociedade
3.       Reconhecer a existência de dois movimentos: Estático, harmônico e dinâmico – ordem e progresso.

Modelos Clássicos de análise sociológica:
- Emile Durkhein (escola sociológica francesa) – métodos de investigação
Os fatos sociais deveriam ser estudados como coisas. Mantendo de relação de objetividade e desfazendo-se de qualquer pre noção sobre eles. A sociedade para Durkhein apresenta estados normais e patalógicos. Um crime é um fato social normal. Os fatos patológicos extrapolam os limites aceitos pela consciência coletiva. É o comportamento  desviante. São transitórios e excepcionais.
O normal e anormal é discutível e varia de sociedade para sociedade.
Os padrões de normalidade são impostos pela burguesia.
Consciência coletiva – membros de uma mesma sociedade (torcida, festivais de música, etc.)
Anomia – inversão das normas vigentes (perde-se o parâmetro de julgamento da realidade (guerras e desastres ecológicos)
Divisão do trabalho social:  funções exercidas baseada nos critérios de idade e sexo classificada como solidariedade mecânica.
Nas sociedades mais complexas essa divisão do trabalho com funções diferenciadas são classificadas como solidariedade orgânica.

Fato : jovens incendeiam índio Galdino
- o crime é um fato social normal, mas a crueldade excede o limite tolerável pela sociedade é visto como fato social patológico.

Max Weber- sociologia compreensiva – tenta entender as redes de ligações  dos indivíduos na sociedade

Durkhein via a sociedade como uma coisa ;  Weber como um conj. de ações

Para weber toda ação social  é dotada de sentido (são os valores atribuídos  pelos indivíduos.
A ação social  é determinada por mais de uma causa.
Tipos de ação:
Ação racional ou afins – motivada por objetivos – planejamento e execução p/ alcançar o fim.
Ação racional com relação de valores -  motivada por valores morais, religiosos, políticos. Por princípios
Ação Afetiva – guiada por conduta emocional (raiva, ódia, paixão, ciúme
Ação tradicional – guiada pela tradição, costume, hábito.

Relação Social: agentes agem de acordo com certas expectativas que possuem do outro: relações de amizade, políticas, comerciais





Karl Marx – é por meio do trabalho que o homem se relaciona
Materialismo histórico - método de abordagem da vida social que analisa os processos históricos com base nos princípios da dialética. (origem do pensamento de Hegel)
A contradição e o conflito são partes integrantes da essência da realidade. O mundo real seria um incessante movimento de superação e transformações, motivado por um choque de forças contrário. Para Marx o mundo das ideias, do conhecimento, das crenças, dos princípios políticos, está relacionado ao modo como  o trabalho se encontra organizado na sociedade.
Modo de produção:  modo como o homem obtém seus meios de subsistência material, bens que necessitam para sobreviver.  A luta de classes – motor de transformação
Classe dominante: burguesia e proletariado – força de trabalho
Alienação : dominado pensando com a cabeça do dominador

Globalização – intensificação das relações sociais. Acontecimentos inter relacionados
Afeta de forma desigual os espaços geográficos; é desigualmente distribuída; diferença étnica;
Reforço das identidades locais; manifestação de xenofobia; desigualdade  da distribuição de riqueza mundial; desigualdade de comunicação.
Mesmo em grandes centros urbanos, há moradores de rua e favelas. A globalização não criou um mundo unificado e sim dividido. O moderno mundo capitalista, depende de recursos naturais, pois foca no consumo capitalista. Há uma concentração de riquezas na mão de poucos.
Há de se mudar a cultura. Não há desenvolvimento sem sustentabilidade ecológica. Deve-se cuidar da produção e consumo.

Novos padrões morais e culturais -  na 1ª década do sec. XXI, surgem novos padrões de comportamento  e estilos de vida. Grupos excluídos buscam inserir-se no mundo globalizado. Surgem novos modelos de família.
Grupo étnico – identificam-se  na mesma categoria, compartilham valores culturais
Etnogenese -  conceito antropológico – resgatar a identidade étnica
No Brasil o processo de desigualdades se constitui desde a colonização
-valorização do trabalho intelectual em detrimento do trabalho manual;
-tratamento diferenciado pela hierarquização social;
-exclusão

Preconceito racial –
Preconceito de gênero – contra mulher
Preconceito de orientação sexual – orientação sexual baseada na heterosexualidade
Novos padrões de família







terça-feira, 18 de julho de 2017

 RESUMO BRASIL IMPERIAL

1.Transição da colônia para Império, não consolidou a unidade nacional.
Havia 02 grupos:
1 – defendia a ligação de Portugal com a colônia
2 – defendia a livre negociação sem intermédio dos portugueses
Existia o medo de ambos de uma agitação popular e reivindicação  da camada popular na base representativa. O Príncipe Regente defenderiam interesses comuns.
Manter a monarquia e a escravidão era interesse dos portugueses e da elite brasileira. Orientado por José Bonifácio O Príncipe proclama a independência . Há conflitos no nordeste.

2.O primeiro a reconhecer a independência foii os EUA –América para os americanos – a América não podia ser colônia de outros países. O apoio inglês se deu por favorecimento no comércio.
Fim do trafico de escravos – segundo reinado – 1850 – interesse nos novos consumidores de mercadorias inglesas.
Os tratados para o fim da escravidão se deram em troca do reconhecimento da independência
1831 – lei antitráfico (para inglês ver), sem fiscalização.
Os nacionalistas não aceitavam os ingleses se envolvendo em nossas questões internas.
1850 – Lei Eusébio de Queiroz
Italianos chegam para substituir a mão de obra escrava.

3.Formação do Estado Imperial -  a independência não significou o fim do regime monárquico.
O Brasil manteve a escravidão, a monarquia e a base agrária. A manutenção da escravidão é um dos fatores de desgaste que põe fim ao Império em 1889.
A Constituição foi liberal só no papel pois criou Tb o poder moderador onde o imperador era soberano sobre os demais poderes. Até as determinações de Roma passam pela mão do Imperador, que definia os cargos eclesiásticos.
Os interesses regionais se sobrepunham aos nacionais. O descontentamento era evidente sobretudo no nordeste. A estrutura econômica era latifúndio agroexportador.
Ignorando protestos populares, D.Pedro rege com braço forte.
1824 – Confederação do Equador – Pernambuco, Ceara, RGNorte, Paraíba, unem-se para separar-se do Brasil. Forças imperiais age com violência e desarticula os revoltosos.
Cisplatina – conflito com províncias do Rio do Prata Argentina pela disputa de terra que sempre foi motivo de conflito entre Portugal e Espanha. Surgiu a República Oriental do Uruguai. O custo deste conflito debilitou nossa economia. Cobrava-se cada vez mais impostos.

4 .  Nosso regime não dava garantias de liberdade individual nem coletiva. Finalizada a ruptura entre Brasile  Portugal o reconhecimento Portugues só se deu em 1825, o reconhecimento custou 2 milhões de libras, pagas pela Inglaterra.
1831 – sem habilidade para lidar com as crises o imperador abdica do trono.
Criação do IHGB -  criar identidade nacional.





5 – Ao romper os laços com Portugal, era preciso buscar novos parceiros econômicos. Havia grande interesse americano por traz do reconhecimento da independência pois nos venderiam mercadorias industrializadas por preço alto e comprariam matérias primas por preço menor.
Os primeiros anos pos independência foram de instabilidade política e econômica.

- não houve interesse pela industrialização;
- não houve diversificação de produção de produtos;
-decadência do açúcar
As financias do Império não eram sólidas, o dinheiro arrecadado não eram suficientes, obrigando a captação de empréstimos com juros altos. O conflito Ciplastino agravou a crise.
Desde o Tratado de Tordesilhas que há disputa pelo território. A posse era de Portugal, mas foi colonizado pela Espanha. Argentina apoiou a libetação Ciplastina na esperança de anexa-la a sua região. A população brasileira era contra pela fragilidade econômica. Os ingleses mediaram o acordo. A crise foi a gota dágua e ganhou força da imprensa que Fez forte oposição ao Imperador.

6. Divisão da Monarquia em 3 grupos:
Caramurus – elites das províncias periféricas;
Moderadores – elites influentes – grandes proprietários – discordavam da autonomia dos governos provinciais
Exaltados – líderes provinciais + radicais – críticos da monarquia.

Regência Trina 1831 até 1835
Ato adicional 1834 – defendia a monarquia unificada com juiz de paz

Feijó renuncia em 1837, Araujo Lima assume em 1838
Ato adicional 1840-  regresso conservador – restringe  a autoridade do juiz de paz, estabelece o bipartidarismo,  e fortalece a figura do delegado nomeado pelo ministro da justiça. Limita a guarda nacional e fortalece o exército.
Os progressistas defendem a maioridade do Príncipe Pedro
Revoltas:
Cabanagem – Grão Para (Pará e Amazonas) – movimento de resistência a emancipação política do Brasil – elite de comerciantes portugueses temiam perder seus privilégios com o fim do período colonial. Desmonte em 1823
1835 – Farropilha – Sul do Brasil – liberais exaltados – pecuária e produtos voltados ao mercado interno sem apoio do Estado
1835 – Revolta dos Malês – Salvador – africanos muçulmanos – fim religioso e político
1937 – Sabinada – médico Francisco Sabino – classe média – pretendiam proclamar república até a maioridade do Imperador.
1938 – Balaiada  -Maranhão  - cabanos (conservadores) x bem te vis (liberais) até 1841
O desejo de autonomia e os princípios federativos foram o desejo comum das revoltas. Só foi controlado após o golpe da maioridade do Imperador.


Crises internas e revoltas obrigaram a antecipar a maioridade do Príncipe.
1841 – Coroação de D.Pedro II – Inicio segundo reinado

Leis abolicionistas
A Lei áurea libertou mas, não promoveu a inserção social dos escravos.
A igreja estimulava o sacramento matrimonial entre os escravos para manter a paz nas senzalas.
Na década de 80 surge a corrente de valorização cultural negra para formação da identidade nacional
1831 – Lei para inglês ver
1871 – Lei do ventre livre – filho de escravos seriam libertos
1885 – Lei Saraiva –Cotegipe – extinção gradual do elemento servil
1888 – Lei Aurea – não garante melhores condições de vida aos escravos
O fim da escravidão abalou a sustentação da monarquia

Fim do Império
Capitalismo e sociedade escravista
Romantismo – aspecto de afirmação da nacionalidade brasileira – Nativismo
A percepção europeia era o mito do “bom selvagem”.  Indio preguiçoso e indolente
A economia era sustentada pelo café e trabalho escravo. O desgaste do solo foi inevitável
No oeste paulista desenvolveu-se a tecnologia de máquinas com mão de obra imigrante com capital estrangeiro e transporte de trem. Os cafeicultores paulistas eram burgueses com acúmulo de capital. SP torna-se + rica, arrecadava mais em tributos para a coroa. A centralização do Império não agradava mais a elite que passou a ver no federalismo a forma da autonomia. Cresciam os movimentos abolicionistas
1870 – Manifesto Republicano
Evolucionistas – caberia as elites garantir as mudanças;
Revolucionários – através da revolução popular
1873 – Partido republicano paulista – fazendeiros – ideias republicanas com apoio de outras cidades e imprensa.
1870 – Conflito com o Papa – passou-se a defender a separação entre Estado e  Igreja
Baixa no exército e baixos salários e com pouco prestígio social, começaram a participar da política e criticar o Império.

Proclamação da República – Golpe de Estado – aliança entre republicanos e militares com o regime. Escravos libertos e imperador autoritário não se encaixava no novo quadro do sec. XIX
A ameaça de uma nova configuração da guarda nacional foi a motivação para que Marechal Deodoro da Fonseca invadisse o Ministério da Guerra em 15/11/1889.
A República é consequência de um governo que perdeu a sustentação política e apoio militar.




RESUMO  HISTÓRIA ORIENTAL

A divisão entre Ocidente e Oriente depende de fatores históricos, sociais, geofgráficos, religiosos, culturais.  É uma definição de ordem mais ideológica que geográfica.
O Oriente é um espaço caracterizado por importantes civilizações que influenciaram nossa sociedade.

PERÍODOS:
Pré História antecede a invenção da escrita
A História antiga vai até antes do fim do Império Romano: 3000 a.C  à  V d.C
Do sec. V ao XV – Idade média
Do sec. XVI ao XVIII -  Idade moderna
Do sec. XIX ao XXI – Idade Contemporânea

LOCALIZAÇÃO:
Oriente Próximo – áreas do Mediterrâneo – Asia Menor (hoje árabes)
Oriente Médio – crescente fértil (+ ao sul)
Extremo Oriente – cultura chinesa

Evolução da História
O homem passa de sociedade de caçadores e coletores para sociedade agrária semi-nômade, proporcionando o surgimento das vilas e cidades. Inicia-se o desenvolvimento da organização social e o aumento da população e o aumento das produções.

Dificuldade da pesquisa da Antiguidade
- Escassez de fontes primárias
-natureza da documentação
-não há história oral;
- conservação das fontes (documentos, registros, vestígios)

  
Mesopotamia

Sumérios – habitantes do Sul da Mesopotamia (terra entre dois rios) – 4000 à 195 a.C
Criadores dos sistemas de drenagem e pioneiros na arquitetura
Zigurates – depósito de grãos e Tb templo

O governo faraônico era Teocrático – Deus Vivo – sociedade politeísta
Embora no deserto, a civilização egípicia conseguiu com sapiência utilizar o recurso natural que dispunha para controlar as cheias do rio Nilo. Também promoveram a escravidão e a desigualdade social.

Código de Hamurabi – 1º documento jurídico (relações trabalhista, civis, criminais) – leis desiguais

A região Sul desenvolve-se primeiro que a reigião norte: ASSUR
Assur passa de cidade para Império Assírio – Dinastia de Zargão.
Primeiros povos da Mesopotamia: Sumérios, acadios e assírios

Egito -  escrita hieroglífica – Conj. De tribos ao longo do curso do Nilo com sofisticação política. Após a vitória de Alexandre o Delta do Nilo passa pelo processo de Helenização e o Sul do Nilo pelo domínio Africano.
Helenismo – conj. De práticas sociais (cultura grega)
O fim Egípcio se deu pela vunerabilidade egípcia às invasões; aos problemas internos; a tentativa de substituição do politeísmo pelo monoteísmo; expansão da macedônio e transformação do Egito em um proletoriado romano.

Hebreus – escravos no Egito, Assíria e Babilônia
A bíblia ajudou a encontrar vestígios do povo hebreu.

Os Persas – leste Mesopotamia – Zoroatrismo (dois deuses Bem e Mal)
Império Medo Persa – Ciro: tolerância religiosa; título de reis dos reis; liberta judeus da Babilônia – após golpe Dario assume divide o poder (olhos  ouvidos do rei)

Guerras médicas – emancipação de colônias gregas